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rss Sindicação

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27 Nov 2012 



Introdução





Os
jogos fazem parte da vida do indivíduo desde a infância até a vida adulta. A
gênese do pensamento e o princípio de socialização são marcados por jogos que
acabam permitindo que cada um se desenvolva, crie sua aprendizagem através de representações
da vida real, imitação, repetição, imaginação.





O
ato de jogar provoca sensações prazerosas, faz o indivíduo se envolver, ficar motivado
pelo desafio, por vezes o desequilibra e permite que ele busque novos caminhos,
outras formas de pensar, auxilia na socialização e possibilita a mediação de
uma forma bastante tranquila. Quando se joga há sempre a oportunidade de
experimentar, descobrir, criar, enfim, vivenciar.





 





Exemplos de Jogos:





1- Trilha





Objetivo: Vai depender do desafio estipulado





Material necessário: 1 folha de papel cartão ou EVA ou A3, para servir de tabuleiro,
papéis coloridos para fazer as casas da trilha, cartões que corresponderão aos
desafios.





Jeito de Fazer e de jogar: Ao confeccionar a trilha, apenas numerar as casas e estipular
cores, pois essa mesma trilha irá servir pra vários desafios. Ex. de desafios:
completar uma palavra ou frase, cálculos, formar frase, perguntas sobre
assuntos trabalhados, leitura de palavras, figuras pra escreveram o nome delas
na lousa.......





 





2- 
Jogo da Memória Relacionando 
palavra X figura
. (2 a
4 jogadores)





Objetivo: Construir e jogar o jogo
juntamente com a criança para melhor fixação das palavras.





Material necessário: quadrado de
cartolina, revistas contendo variados tipos de figuras, cola, tesoura,
canetinhas, papel rascunho, lápis e borracha, computador e impressora.





Jeito de Fazer e de jogar:
Pede-se à criança que escolha uma figura da revista, recortar e colar num dos
quadrados. Escrever o nome da figura a lápis, numa folha rascunho, depois
escrever em outro pedaço de cartolina com a canetinha, para reforçar ainda
mais, escrever no computador a mesma palavra. Repetir este procedimento tantas
forem as figuras escolhidas para o jogo.





No
final imprimem-se as palavras digitadas e deixa a criança levar para casa.





 





3- Massa de Modelar (individual)





Objetivo: Construir letras e formar palavras fazendo relação tátil
cinestésica.





Material necessário: massa de modelar, lápis, borracha, papel.





 





Receita da massa de modelar:
1 xíc. trigo, 1 xíc. de água fervendo,





1 colher de sopa de sal, 2
colheres de sopa de vinagre, ½ xícara de





creme pra mãos. Misturar tudo e ir
acrescentando trigo até dar o ponto.





Para a massinha ficar colorida,
usar anilina ou Ki suco.





Jeito de Fazer e de jogar: Escrever uma palavra usando a massa de modelar.





Essa palavra pode ser sobre um assunto trabalhado, partir de uma
figura, enfim, cada professor escolhe a melhor maneira. Pedir que passe o dedo indicador
sobre as letras feitas com a massa (de olhos abertos) após, pede-se que feche
os olhos e novamente passe o dedo sobre as letras. Quando concluído pede-se
para escrever numa folha a palavra tateada.





 





4- Variação: Com Areia   





Objetivos: Discriminação tátil,
perceptiva das letras escrita, leitura





Material Necessário: Areia
colorida, caderno para registro.





Jeito de Fazer e de jogar
: Deixar as crianças escreverem em cartões, as letras do alfabeto, passar cola
e despejar areia por cima (cada criança deverá ter um alfabeto completo em um
saquinho). Após as letras estarem secas, pedir que sorteiem uma letra do
saquinho, passem o dedo indicador sobre ela com os olhos abertos e depois com
os olhos fechados. Depois desses 2 movimentos, pedir que registrem a letra no
caderno.





 





5- Basquete e Campo de Futebol (2 a
4 jogadores)





Objetivo: desenvolver a atenção,
concentração, controle respiratório, trabalhar a área pneumofonoarticulatória.





Material necessário: cartolina,
copinho de café, algodão, canudo fino/grosso.





Jeito de Fazer e de Jogar:
As crianças recebem os materiais e lhes é solicitado que criem um campo de
basquete e um campo de futebol. A bola é feita com chumaço de algodão. Com o
canudo, ora fino, ora grosso, colocar, através de sucção (no basquete) e assoprando
(futebol), a bola deve ser colocada dentro do copinho de café, que deverá ser
aberto embaixo. No futebol deve ser levada ao gol, assoprando. O copinho de
café deve ser colado mais alto, tipo cesta de basquete mesmo, usando uma
cartolina mais grossa para fazer o “poste” e colar o copinho nele. O gol pode
ser feito com o material que achar mais prático.





 





6- Quem sabe mais sobre conhecimentos gerais? (2 a
4 participantes)





Objetivo: Fixar e incentivar sobre
assuntos gerais e ou específicos que estão sendo estudados.





Material necessário: Um
tabuleiro conforme modelo reduzido. Pedaços de papel colorido (5cores), peões,
vários cartões de 8x4 em 5 cores com perguntas sobre conhecimentos gerais ou
mesmo sobre algum assunto trabalhado. Escrever em algumas casas do tabuleiro
algumas regras. Um dado colorido com as respectivas cores dos cartões.





Jeito de Fazer e de jogar:
Escolhe quem irá iniciar o jogo. A criança joga o dado para saber qual cor do
cartão terá que responder a pergunta. Se acertar, avança o número de casas
indicado no cartão. Se errar ou não souber, volta o mesmo número de casas. Se
cair numa casa onde tem regras escritas, deve cumpri-la. Ganha quem primeiro
chegar ao final.





 





7- Pescaria (2 a 4 jogadores)





Objetivos: Desenvolver a atenção, concentração,
coordenação  motora, linguagem oral e
escrita e o cálculo mental.





Material Necessário: Peixinhos
em EVA, vara de pesca com imã na frente.





Jeito de Fazer e de jogar:
Confeccionar vários peixinhos, Escrever ou colar palavras, figuras, cálculos e
frases atrás desses peixes. Em cima dos peixes, colar um imã. Colocar na ponta
da vara de pescar um imã. Os peixes são espalhadas no chão. Uma criança de cada
vez, pesca um desses peixes e faz o que se pede atrás das fichas. Nos peixes
que contém palavras, deve apenas lê-la. Nos peixes que contém uma figura, deve
escrever o nome da mesma no quadro. Nos peixes que contém frases, também deve
lê-la. E nos peixes que contém os cálculos, deve resolvê-lo mentalmente. A
pescaria termina quando todas os peixes 
forem pescados.





 





Outras possibilidades: Podem-se
colar perguntas sobre diversos assuntos estudados ou de conhecimentos gerais,
dependendo do nível da turma.





 





8- Brincando e Aprendendo Ortografia (com a turma toda)





Objetivos: Desenvolver a atenção e a
concentração, desenvolver a linguagem oral e escrita, acertar e memorizar a
grafia correta das palavras





Material Necessário: Papel
cartão, EVA ou restos de papéis coloridos, tesoura, cola, dois marcadores,
letras impressas (R,RR,S,SS,Z,Ç,SC,X,CH,G,J), aproximadamente 60 palavras
impressas contendo as letras acima discriminadas.





Jeito de Fazer e de jogar:
Confeccionar um tabuleiro (30x10 cm) com o papel cartão. Com o eva ou papel
colorido, fazer uma trilha. Confeccionar outro tabuleiro (21x10 cm), dividir
esse tabuleiro em 11 partes. Em cada parte colar ou escrever as letras
impressas. Confeccionar + ou -60 fichas (7x5 cm) também em papel cartão.
Escrever palavras que contenham as letras impressas.





Cada
participante receberá um tabuleiro com a trilha e um tabuleiro contendo as
letras impressas e dois marcadores. O leitor (aqui sendo o professor) embaralha
as fichas e as coloca virada com a face para baixo. O leitor pega a primeira
ficha e lê em voz alta para os demais participantes. Assim que o leitor disser
a palavra, os demais jogadores deverão colocar o marcador na letra que
corresponde à grafia correta da palavra. Assim que todos derem o seu palpite, é
hora de conferir a resposta. O leitor então diz aos jogadores a grafia correta.
Quem marcou a alternativa correta, avança uma casa no outro tabuleiro, quem
marcou a alternativa errada, deve voltar uma casa. O jogo prossegue até alguém
andar todas as casas do tabuleiro. O papel de leitor pode ser alternado entre
os jogadores. A palavra lida pode ser escrita numa folha, após ser conferida a
sua grafia. Após o jogo pode ser feito um ditado com as palavras lidas.





 





9- Cubra as palavras  (2 a
4 participantes)





Objetivos: Desenvolver a atenção e a
concentração, reconhecer palavras





Material Necessário: Figuras
diversas, cartelas contendo 12 nomes, sendo esses respectivos às figuras, 12
marcadores.





Jeito de Fazer e de jogar:
A professora sorteia uma figura, diz o nome dela e as crianças devem procurá-la
em sua cartela e marcar com um marcador. Vence quem terminar de marcar todos os
nomes. Obs: a regra pode ser mudada, estipulando um número menor de nomes a
serem marcados ou variar de acordo com o nível da turma.





 





10-  Formando frases com as
letras sorteadas
(todos da sala)





Objetivos: Desenvolver a criatividade,
formar frases.





Material Necessário: Um saco
contendo as letras do alfabeto repetidas várias vezes, folha, lápis,         borracha.





Jeito de Fazer e de jogar:
Cada criança retira 4 letras do saco e deve formar uma frase onde cada palavra
da frase inicie com as letras sorteadas. EX: P R T E = Paulo recebeu tarefa
extra





 





11- Descubra o que é  ( 2
duplas ou 2 trios)





Objetivos: Estimular a percepção visual,a
coordenação motora, a criatividade, a leitura, o entendimento, a imitação e o
raciocínio.





Material Necessário: Canetinha preta,
60 quadrados de papel cartão, 2 cores, com 5cm de lado, folhas de sulfite,
lápis, relógio, tesoura.





 





Separar
30 quadrados de uma e escrever: flor/pipa, coração/chave,prato/xícara, pé/vela,
casa/sapo, trem/tapete, vassoura/palhaço, boneca/óculos, cobra/aranha,
barco/borboleta, mesa/mão, árvore/natal, barriga/roda, chuva/pedra, nariz/boca,
balão/bicicleta, livro/flecha, gato/bota, osso/abelha, rato/boné,
ninho/pássaro, fogão/guarda-chuva, peixe/índio, ouvido/elefante, leite/cadeado,
coelho/rosa, telhado/dedo, caneta/praia, bolo/porta, escova de dente/cama.





 





Nos
outros 30 quadrados, escrever: maçã/balança, bandeira/lanterna, calça/ celular,
rádio/família, jacaré/dado, telefone/televisão, macaco/ elefante, beijo/anel,
palito de fósforo/risada, parque/ caderno, sanduíche/janela, pizza/queijo,
cachorro quente/prédio, barco/bolsa, caminho/tesoura, chaminé/parafuso,
tubarão/abacaxi, espada/escada, lâmpada/avião, pessoa/ enxada, camiseta/quadro,
bolo/pato, ônibus/robô, circo/geladeira, árvore/pá, triângulo/quadrado,
bota/travesseiro, sol/nuvem, CD/ponte, lápis/controle remoto.





 





 Jeito de Fazer e de jogar: Dividir as crianças em dois grupos, cada grupo recebe um
montinho de cartas de uma determinada cor. Cada grupo deve colocar as cartas
com os dizeres virados para baixo. Escolhe quem inicia o jogo. O primeiro grupo
então, escolhe um desenhista, do próprio grupo, pega uma das cartas e escolhe
uma das palavras e faz o desenho dela, para que as pessoas do seu grupo mesmo
tentem adivinhar. Determinar um tempo para que ocorra as adivinhações. Caso
eles não consigam adivinhar, o grupo não marcará pontos, e passará a vez para o
outro time, que fará a mesma coisa. Ganha o jogo o time que adivinhar mais
nomes. Obs: Sempre escolher outro desenhista, para que todos desempenhem essa
função.





 





12- Stop Falado  ( 2 a 3 participantes)





Objetivos: Estimular o raciocínio
lógico-formal, compreensão, ampliação do vocabulário.





Material Necessário: Fichas em
papel cartão contendo elementos do conteúdo escolar como por exemplo: nomes de
pessoas, animais, cores, alimentos, objetos... 3 tipos de marcadores, sendo que
cada participante recebe pelo menos 15, dados contendo as letras do alfabeto.





Jeito de Fazer e de jogar:
O grupo recebe todas as fichas e coloca lado a lado, na horizontal ou na vertical.
Decidir quem inicia o jogo. O primeiro jogador escolhe um tema e joga o dado.
Este deve dizer o nome de algo relacionado ao tema que inicie com a letra que
caiu. Se acertar, coloca um marcador na frente ou embaixo do tema escolhido. Se
não acertar, passa a vez. O vencedor será aquele que colocar primeiro 3
marcadores seus em todas as fileiras.





 





13- Jogo dos 7 erros  (duplas)





Objetivos: Observar, compreender e
assimilar a escrita correta das palavras.





Material Necessário: Uma folha
contendo várias palavras, dentre essas palavras, 7 deverão ter algum erro.





Jeito de Fazer e de jogar: A
dupla trabalha em conjunto, descobrir qual palavra contém o erro, circular a
palavra e depois escrevê-la corretamente ao lado ou embaixo. EX: caza – tempo –
chacaré – exemplo – jelatina





 





14- Caixa dos cacarecos





Objetivos: Discriminação
visual, escrita, leitura.





Material Necessário: Vários
objetos dentro de uma caixa ou um cesto, caderno para registro.





Jeito de Fazer e de jogar
: A professora deve ter uma lista com o nome dos objetos que tem nessa caixa.
Deve pedir aos alunos, um por um, que retirem determinados objetos, de acordo
com a pista que a professora der. EX: tirar um objeto azul, tirar um objeto da
cozinha, uma fruta, algo de comer, algo que usamos no frio, enfim... deixe sua
imaginação e criatividade fluir. A criança então, vai até a caixa e procura o
que lhe foi solicitado. Ao retirar, deve registrar o nome do objeto no caderno.





 





15-  Palavra no bumbum





Objetivos: Memória, escrita,
leitura.





Material Necessário: Vários
pedaços de papel, caneta hidrocor, fita adesiva.





Jeito de Fazer e de jogar
: Todos devem estar sentado no chão em círculo. Dê para cada criança um pedaço
de papel com uma palavra escrita. Cada criança deverá colar a palavra, sem ler,
no bumbum. Todas as palavras que estão com as crianças, deverão também estar
dentro de um saco, que inicialmente estará em suas mãos (do professor). Comece
retirando uma palavra do saco e perguntando à criança da direita: “Fulano, você
tem a palavra ........ no seu bumbum?” A criança irá pegar a palavra e dizer se
tem ou não. Caso afirmativo, ela entrega para você a palavra e agora é ela quem
retira a palavra do saco e faz a pergunta ao seu companheiro da direita. Caso
negativo, fica com a palavra e procede da mesma maneira. Essa brincadeira
arranca muitas risadas.





 





16-  Dominó móvel





Objetivos: Percepção,
relacionar palavra/figura, formar palavras.





Material Necessário: barbante,
pedaços de cartolina, hidrocor, figuras e caderno pra registro.





Jeito de Fazer e de jogar: Confeccionar
plaquinhas contendo sílabas, outras contendo palavras e outras ainda contendo
figuras. Sempre relacionando as palavras com as figuras e sílabas possíveis de
se formarem palavras. Pendurar no pescoço de cada criança uma plaquinha. As
crianças serão dominós móveis. Deixar as crianças andarem, pode-se usar música.
Dado um sinal, deverão formar duplas, encontrando uma peça que corresponda a
sua. Depois, todos juntos conferindo e registrando as palavras formadas. O
professor pode ter mais plaquinhas feitas e trocar, reiniciando a brincadeira
novamente.





 





17- Construção de palavras com o alfabeto móvel (individual)





Objetivo: Construir palavras utilizando o
alfabeto móvel.





Material necessário: tiras de
cartolina, diversas figuras, um alfabeto móvel e computador + impressora se
tiver.Jeito de Fazer e de jogar: Em
cada tira de cartolina colar uma figura, fazer traços com o respectivo número
de letras a ser usado para a construção da palavra com o alfabeto móvel. Após
montar a palavra com o alfabeto móvel, a criança irá escrever a mesma palavra
no computador, reforçando, portanto, o registro da palavra. No final
imprimem-se as palavras digitadas e deixa a criança levar para casa.





 





18- Corrida  (2
a 4 jogadores)





Objetivo: Trabalhar os sinais da adição e
subtração e seu respectivo valor.





Material necessário: 1 folha de
papel cartão ou EVA, para servir de tabuleiro, 80 círculos, numerados de 1 a 20 (+ou- 4cm de diâmetro),
4 marcadores, fichas de cartolina, contendo as ordens: +1  +2  +3
+4...-1  -2  -3  -4
( repetir 6x ou mais)





Jeito de Fazer e de jogar: No
papel cartão, formar 4  “pistas” numerada
de 1 a 20.
Os participantes devem escolher a cor da sua pista e colocar o seu marcador
antes do número 1. Combinar quem iniciará o jogo. O participante que irá
iniciar, deve retirar uma ficha do monte e seguir com o seu marcador a
quantidade de casas que indicar na ficha. Vence quem primeiro chegar a casa 20
ou passar dela.





 





19- Jardim Pedagógico  (2 a
4 jogadores)





Objetivo: Trabalhar centena , dezena e
unidade.





Material necessário: 1 folha de
papel cartão ou EVA preto para servir de tabuleiro, 4 gramadinhos feito de EVA
verde, retalhos de papéis coloridos pra confeccionar as flores e um dado comum.





Jeito de Fazer e de jogar: Com
o EVA verde, confeccionar os gramados e colar nas pontas do tabuleiro.
Confeccionar 40 flores médias, sendo 10 de cada cor, 40 flores pequenas, sendo
10 de cada cor também e 1 flor grande (cor diferenciada). Colocar as flores
pequenas espalhadas pelo tabuleiro. Combinam quem iniciará o jogo. O primeiro
participante joga o dado e recolhe do “jardim” tantas flores pequenas quanto o
número mostrado no dado. Toda vez que possuir 10 flores pequenas, irá trocar
por uma flor média. Irá devolver as flores pequenas ao “jardim” e começar
recolhendo elas novamente, até possuir 10 flores médias e trocá-la pela flor
maior. Vence o jogo quem conseguir a flor maior.





 





20- Jogo do Tapa  (dupla)





Objetivo: trabalhar a percepção, agilidade
de raciocínio, identificar os numerais até 10.





Material necessário: cartas numeradas
de 1 até 10 (repetir 4 vezes cada número)





Jeito de Fazer e de jogar: Distribuir
as cartas uma a uma para cada jogador. Estas devem ser juntadas na mão e sendo
que as mesmas devem ficar viradas para baixo (na mão). Determina-se quem irá
iniciar o jogo. O primeiro jogador, vira uma carta, e coloca a mesma no centro
e diz “um”, o próximo jogador, vira outra carta e diz “2”,  colocando a mesma em cima da que já está no
centro. O jogo continua contando-se até 10, ao chegar no 10, inicia-se do 1
novamente. Obs: Quando for virada uma carta que corresponde ao número falado,
quem da dupla for mais ágil, bate com a mão e fica com todas as cartas do
centro da mesa. O jogo termina até um dos jogadores não ter mais cartas na mão.





 





21 - Concordância Nominal e Verbal
(em dupla ou grupo)





Objetivo: Trabalhar consciência verbal e
nominal, mostrar a importância da escrita e da fala corretas.





Material necessário: 20 tiras de
cartolina (para cada dupla ou grupo) contendo frases com lacunas onde serão
colocados os verbos da oração. Um envelope contendo verbos que completam as
frases.





Jeito de Fazer e de jogar: Distribui-se
as tiras e o envelope com os verbos em cada grupo, estes deverão descobrir qual
o verbo que completa as frases que receberam. Como sugestão para fixação,
copiar estas frases no caderno e para cada frase, quais outros 2 ou 3 verbos
que poderiam se encaixar na mesma frase.





EX: Você e eu ..........................amigos (fomos, somos,
seremos..)





 





22 - Motricidade oral  (2 a
4 participantes)





Objetivos: Trabalhar a motricidade oral e
área fonoarticulatória





Material Necessário: Uma trilha
com muitos obstáculos, um dado e cartões contendo o que deve ser feito.





Jeito de Fazer e de jogar: Ver
quem inicia o jogo, jogar o dado e pular o número de casas indicado no dado. Ao
cair em um obstáculo da trilha, pegar um cartão e fazer o que se pede. Obs: a
professora pode ler. Os dizeres dos cartões segue anexo.





 





23- Jogo dos Sapinhos





Objetivos: Trabalhar a paciência e a
observação





Material Necessário: Um retângulo
preto de Eva (30 X 8), restos de Eva marrom, restos de Eva verde escuro e verde
claro, olhinhos que mexem para os sapinhos.





Jeito de Fazer e de jogar: Recortar
o Eva marrom imitando 7
pedras, e colar na placa preta, uma ao ladao da outra,
deixando um dedo de espaço entre elas. Com o Eva verde, fazer sapinhos (podem
ser comprados prontos). Colocar 3 sapinhos claros nas 3 pedras da direita e os
sapinhos escuros nas 3
pedras da esquerda, sobrando a pedra do meio. Escolher
quem começa o jogo, que consiste em passar os sapinhos claros para o lugar dos
sapinhos verdes escuro. Regra: sapinhos claros não podem passar por cima dos
sapinhos claros e vice versa, assim como não podem ultrapassar 2 sapinhos de
uma única vez.





 





24- Ganhando 500  ( 2 a 4 participantes)





Objetivos: Desenvolver a atenção e a
concentração, trabalhar a CDU, através da troca





Material Necessário: 12 cartas
contendo os seguintes valores: 2 reais, 24 reais, 45 reais, 50 reais, 80 reais,
87 reais, 100 reais, 108 reais, 116 reais, 150 reais. Também são necessárias 20
notas de 100,00 – 36 notas de 10,00 e 36 notas de 1,00





Jeito de Fazer e de jogar: No
centro da mesa ficarão quatro pilhas de cartas, sendo que a pilha que contém os
valores, viradas para baixo, e as que têm o dinheiro, separado por valor,
viradas pra cima. Na primeira rodada, todos pegam uma carta da pilha virada pra
baixo. De acordo com o valor que pegou, trocar pelo dinheiro, utilizando o
menor número de notas possível. Nas rodadas seguintes, proceder da mesma
maneira, entretanto, cada jogador deve realizar as trocas necessárias dos
dinheiros que já têm , procurando ficar sempre com o menor número de cédulas
possível. Ganha o jogo quem atingir R$500,00 primeiro.





 





25 - Triminó de base 10  ( 2 a 4 participantes)





Objetivos: Desenvolver a soma, a atenção, a
discriminação visual de cores e números, raciocínio lógico e cálculo mental.





Material Necessário: 72 triângulos
como no modelo anexo, numerados de 1
a 9 aleatoriamente, pintados, utilizando 6 cores
diferentes e recortados.





Jeito de Fazer e de jogar: Depois
de confeccionar os triminós, distribuir 7 para cada jogador. Escolhe quem
inicia o jogo. O próximo jogador procura entre as suas peças, uma que tenha um
dos lados da mesma cor de uma das laterais da que está “exposta” e cujo número,
somado àquela, seja igual a 10. Ex: Se a peça jogada tiver o 3 verde, o outro
jogador deve colocar um 7  verde. Caso
não tenha, poderá comprar. Esse jogo acaba quando terminarem as peças de um dos
jogadores ou quando não tiver mais como jogar, ganhando então quem tiver menos
peças.





 





26- Jogo dos pratos de papelão  (2 a 4 participantes)





Objetivos: Desenvolver
vocabulário, escrita, leitura, linguagem oral, número decimal.





Material Necessário: Prato de
papelão, guache, feijões.





Jeito de Fazer e de jogar: Dividir
o prato de papelão em quantas partes quiser, riscando com hidrocor – EX: Dentro
de cada parte, escrever uma letra, uma sílaba ou ainda uma palavra tipo: alimento,
animal, nome de pessoa...Sugestão: colar velcro no lugar de escrever as letras
ou sílabas, assim dá pra usar os pratos pra outras atividades, como escrever os
números 1 – 10 -100, trabalhando assim numeração decimal. Jogar os feijões e
calcular quantos pontos fez (no caso dos números). No caso dos nomes ou letras,
jogar apenas um feijão.





 





27- Jogo da memória rápida   (crianças em círculo)





Objetivos

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24 Nov 2012 

EOCA -ENTREVISTA OPERATIVA CENTRADA NA APRENDIZAGEM

 

A Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem (EOCA) é um instrumento inspirado na psicologia social de Pichon-Rivière, nos postulados da psicanálise e no método clínico da escola de Genebra e foi idealizada por Jorge Visca, sendo  um instrumento de uso simples que avalia em uma entrevista a aprendizagem. (BOSSA, 2007.p.46)

 

Os objetivos da EOCA são:

·         contribuir, fornecendo pareceres sobre a característica da aprendizagem do sujeito, em termo de aptidões, interesses e desempenho em habilidades cognitivas e acadêmicas;

·         possibilitar a identificação de áreas de desempenho que necessitem ser mais estimuladas;

·         fornecer subsídios para a reorganização dos ambientes da aprendizagem do sujeito avaliado.

 

A EOCA deve ser feita a partir dos 4/5 anos, pois nessa idade a criança está em processo de alfabetização e conseguirá tirar mais proveito da sessão.

 

Material: o material usado é o material escolar:

- folhas lisas de papel ofício e folhas pautadas;

- lápis novo sem ponta e apontador;

- caneta esferográfica e canetas hidrográficas;

- borracha e tesoura;

- papéis coloridos (10 x 10cm);

- régua;

- revistas e livros;

- gravuras;

- livro de história;

- durex;

- pilot, caneta esferográfica, ,

- marcadores e papel fantasia.

- cola, grampeador e materiais que queira acrescentar pela experiência profissional.

 

Na EOCA da criança, o material é colocado sobre a mesa à disposição do cliente.

 

Ao mostrar o material que está sobre a mesa, o psicopedagogo deve dizer:

“Gostaria que você me mostrasse o que saber fazer, o que lhe ensinaram e o que aprendeu.” O material simples que se encontra sobre a mesa é oferecido ao entrevistado dizendo-lhe mais ou menos como continuação do que se falou antes:

“este material é para que você o use se precisar para mostrar-me o que te falei.”

 

É importante citar que Visca coloca o lápis sem ponta e o apontador para observar a iniciativa de a criança em fazer a ponta, a lateralidade, entre outras coisas.

 

Conforme o caso, o psicopedagogo pode recorrer a outros materiais, O jogo pode ser usado num segundo momento, para não correr o risco de a criança querer ficar só jogando.

 

Diante de todo o material, é importante o psicopedagogo observar como o sujeito se aproxima do objeto de conhecimento, qual o vínculo que ele estabelece e qual o modelo de aprendizagem.

 

Caso não haja reação alguma da criança, ou seja se esta ficar parada e não fizer nada, o psícopedagogo pode recorrer ao que Visca chama de alternativas múltiplas. Esse modelo consiste numa enumeração não taxativa cuja intenção é unicamente a de desencadear respostas por parte do sujeito. Apresenta-se ao sujeito algumas alternativas, dizendo: você pode desenhar, escrever, fazer contas ou qualquer coisa que queira. E importante dar o mesmo peso e valor para todos os materiais sem influenciar na escolha da criança.

 

O objetivo é o tempo todo fazer uma entrevista espontânea, porém dirigida de forma experimental, O psicopedagogo não deve esperar nada desse sujeito, ele está diante de uma situação por descobrir ou revelar.

 

Quando o cliente demonstra como opera em relação a algo, o psicopedagogo pode pedir-lhe que mostre outra coisa.

 

Na realidade da EOCA é importante que o psicopedagogo faça a devolução ao seu cliente de tudo o que está acontecendo.

 

A criança vai tentar mostrar um modelo de conhecimento. É importante observar os conhecimentos do sujeito, atitudes, destrezas, mecanismos de defesa, ansiedade, áreas de expressão da conduta, níveis de operatividade, mobilidade horizontal e vertical, etc.

 

A EOCA é a chave do diagnóstico operatório; o psicopedagogo observa os vínculos do sujeito com a aprendizagem e em que nível operatório ele se encontra. É a primeira abordagem que nos mostra quem é este sujeito. O mais importante nessa sessão é o respeito, a observação e o registro do que é feito e não, a repetição do modelo de aprendizagem, por isso, deve-se adequar a seleção de materiais às observações feitas na Entrevista Inicial.

 

Durante a realização da sessão, é necessário observar três aspectos:

 

• A temática, que envolverá o significado do conteúdo das atividades em seu aspecto manifesto e latente. É interessante ver como ao lado de uma perfeita organização sintática e uma adequada justificação lógica pode coexistir um mundo de fantasias que distorcem a aprendizagem e as situações em que esta ocorre.

• A dinâmica, que é expressa através da postura corporal, gestos, tom de voz, modo de sentar, e manipular os objetos etc.; consiste em tudo que o sujeito faz que não é estritamente verbal: gestos, tons de voz, postura corporal, etc. Frequentemente, a posição na “ponta” da cadeira, a maneira de pegar os materiais, etc são tão ou mais reveladoras que os comentários e, até mesmo, o produto.

 • O produto feito pelo paciente, que será a escrita, o desenho, as contas, a leitura etc., permitindo assim uma primeira avaliação do nível pedagógico.

 

Estes três níveis de observação são os que darão o primeiro sistema de hipótese, o qual estará formado pelos sintomas (com seus indicadores) e certas ideias de quais são as causas atuais que o provocam.

 

A partir da análise desses três aspectos, o autor propõe que se trace o primeiro sistema de hipóteses para continuação do diagnóstico.

 

O que se espera observar na EOCA:

a) No desenho:

- localização do próprio paciente, de outros personagens, de objetos no conjunto da cena criada; características lógicas e temporais da sequencia de cenas;

- formas originais e alguns detalhes significativos;

- idade, sexo, nomes, características de personagens, se possível comparar com o próprio, colegas de escola, amigos, familiares; adequação ao pedido feito pelo terapeuta.

 

b) No relato oral:

- Observar a sequencia têmporo - espacial, contexto espacial em que ocorrem as cenas;

- Temas escolhidos, relações apresentadas;

- Coerência entre as cenas e os relatos orais e os títulos escolhidos.

 

c) Durante a execução:

- indecisões para começar, durante o processo;

- troca de tema durante a execução;

- apagar, desmanchar refazer;

- posturas e movimentos corporais, motricidade, posição e domínio do lápis.

 
d) aspectos gerais:

Coordenação motora ampla e fina;

Equilíbrio e respiração;

Esquema corporal e Lateralidade;

Orientação espacial e temporal;

Dominância lateral;

Ritmo;

Criatividade;

Evolução do traçado e do desenho;

Percepção e discriminação visual e auditiva;

Aquisição e articulação de sons;

Elaboração e organização mental;

Atenção e concentração;

Expressão plástica;

Aquisição de conceitos;

Discriminação e correspondência de símbolos;

Raciocínio lógico matemático;

Pensamento;

Linguagem;

Imaginação

 

REFERÊNCIA:

 

CUNHA, Jurema Alcides: Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artmed, 2000 .

MORAES, Antônio Manoel Manoel Pamplona. Distúrbio da Aprendizagem: uma abordagem Psicopedagógica. São Paulo: Edicon, 2002.

Visca, Jorge. Clínica Psicopedagógica- Epistemologia Convergente Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.

WEISS, Maria Lúcia Lemme. Psicopedagogia Clínica – Uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 13 ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2003.

 

EOCA -ENTREVISTA OPERATIVA CENTRADA NA APRENDIZAGEM

 

Nome:________________________________________________

Idade________________________________________________

 

Gostaria que você mostrasse o que sabe fazer, o que te ensinaram e o que aprendeu...

Escolaridade do aluno: ______________________________

Alguma repetência? ( ) sim ( ) não Qual?_____________

 

Disciplina favorita? ________________________________

 Por quê ?____________________________________________

Desde quando?________________________________________

Disciplina de que não gosta?_________________________

 

Por quê?_____________________________________________

Desde quando?________________________________________

Disciplina(s) indiferente(s)_________________________

 

Sempre foram essas? ( ) sim ( ) não

 

Por quê?_____________________________________________

O que deseja fazer quando crescer?___________________

 Por quê?_____________________________________________

 

Como foi sua entrada na escola atual?________________

 

Teve outras? ( ) sim ( ) não Como foi?_______________

 

Você sabe por que está aqui comigo hoje? ( ) sim ( ) não

O que achou da idéia?________________________________

 

Você quer estar aqui ou veio porque sua mãe, o colégio ou o seu professor o obrigou?

 

Eles têm razão? ( ) sim ( ) não

 

Se pudesse e tivesse que fazer algo para um aluno que se parecesse com você em sala de aula, o que aconselharia, a fazerem:

Aos pais:____________________________________________

 

 

Aos rofessores:______________________________________

 

Você gosta de:

Use este material, se precisar para mostrar-me o que você sabe a respeito do que sabe fazer, do que lhe ensinaram e o que aprendeu. Desenhe, escreva, faça alguma coisa que lhe venha à cabeça.

 

 

ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO

Marque as questões observadas

 

 

Em relação à temática:

 

( ) fala muito durante todo o tempo da sessão

( ) fala pouco durante todo o tempo da sessão

( ) verbaliza bem as palavras

( ) expressa com facilidade

( ) apresenta dificuldades para se expressar verbalmente

( ) fala de suas idéias, vontades e desejos

( ) mostra-se retraído para se expor

( ) sua fala tem lógica e sequência de fatos

( ) parece viver num mundo de fantasias

( ) tem consciência do que é real e do que é imaginário

( ) conversa com o terapeuta sem constrangimento

Observação: _________________________________________

 

Em relação à dinâmica (consiste em tudo que o cliente faz)

 

( ) o tom de voz é baixo

( ) o tom de voz é alto

( ) sabe usar o tom de voz adequadamente

( ) gesticula muito para falar

( ) não consegue ficar assentado

( ) tem atenção e concentração

( ) anda o tempo todo

( ) muda de lugar e troca de materiais constantemente

( ) pensa antes de criar ou montar algo

( ) apresenta baixa tolerância à frustração

( ) diante de dificuldades desiste fácil

( ) tem persistência e paciência

( ) realiza as atividades com capricho

( ) mostra-se desorganizado e descuidado

( ) possui hábitos de higiene e zelo com os materiais

( ) sabe usar os materiais disponíveis, conhece a utilidade de cada um

( ) ao pegar os materiais, devolve no lugar depois de usá-los

( ) não guarda o material que usou

( ) apresenta iniciativa

( ) ocupa todo o espaço disponível

( ) possui boa postura corporal

( ) deixa cair objetos que pega

( ) faz brincadeiras simbólicas

( ) expressa sentimentos nas brincadeiras

( ) leitura adequada à escolaridade

( ) interpretação de texto adequada à escolaridade faz cálculos

( ) escrita adequada à escolar

Observação: _________________________________________

 

Em relação ao produto (é o que o sujeito deixa registrado no papel)

 

( ) desenha e depois escreve

( ) escreve primeiro e depois desenha

( ) apresenta os seus desenhos com forma e compreensão

( ) não consegue contar ou falar sobre os seus desenhos e escrita

( ) se nega a descrever sua produção para o terapeuta

( ) sente prazer ao terminar sua atividade e mostrar

( ) demonstra insatisfação com os seus feitos

( ) sente-se capaz para executar o que foi proposto

( ) sente-se incapaz para executar o que foi proposto

( ) os desenhos estão no nível da idade do entrevistado

( ) prefere matérias que lhe possibilite construir, montar criar’

( ) fica preso no papel e lápis

( ) executa a atividade com tranqüilidade

( ) demonstra agressividade de alguma forma em seus desenhos e suas criações

ou no comportamento

( ) é criativo(a)

Observação: _________________________________________

 

Rio de Janeiro, ...... de ................................  de .................

________________________________

Psicopedagogo

 

Retirado do site:

 

 

AVALIAÇAO – E.O.C.A.

Aspectos

Ação do sujeito

Possíveis causas

 

 

Temática

 

 
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22 Nov 2012 




1° Sessão - QUESTIONÁRIO DE ANAMNESE






Realizar uma
entrevista com os responsáveis da criança e depois com a criança sozinha,
através de uma Anamnese, onde contenha todas as informações pertinentes que
buscam relembrar todos os fatos que se relacionam com o problema e à pessoa com
dificuldade de aprendizagem.


Veja modelo
muito bom em:







2° Sessão EOCA-ENTREVISTA OPERATIVA CENTRADA NA
APRENDIZAGEM






Realizada no
início do diagnóstico, consiste em solicitar ao sujeito que mostre ao
entrevistador o que ele sabe fazer, o que lhe ensinaram a fazer e o que
aprendeu a fazer, utilizando-se de materiais dispostos sobre a mesa.



Veja modelo
muito bom:







Material: Folhas de papel
sulfite brancas, folhas de papel pautadas e quadriculadas, folhas de papel
colorido; lápis sem ponta, apontador, borracha, cola, tesoura, régua, caneta
hidrocor, caneta esferográfica, lápis de cor, giz de cera, livros e revistas.






Consigna: “Hoje eu trouxe
estes materiais, para que você use aqui como quiser, para me mostrar o que
aprendeu, o que sabe fazer ou o que lhe ensinaram.”






3° Sessão - TÉCNICAS PROJETIVAS DOS VÍNCULOS ESCOLARES






Tem como
objetivo investigar os vínculos que o sujeito pode estabelecer em três grandes
domínios: o escolar, o familiar e consigo mesmo.






► Vínculo
escolar: Par Educativo – Eu com meus companheiros – A planta da sala de aula.






► Vínculo
familiar: A planta da minha casa – Os quatro momentos do dia – Família
Educativa






► Vínculo consigo
mesmo:   O dia do meu aniversário –
Minhas férias     Fazendo 
o  que  mais  
gosta         O    
desenho     em  episódios.






Usar no início
da sessão um jogo da memória antes da aplicação das técnicas projetivas de
Visca. Os vínculos escolares e os vínculos familiares fazem parte dos vínculos
escolares e o psicopedagogo de utilizar a prova do Par educativo e a Planta da
Sala de Aula.






Seleção das Técnicas Projetivas por idade






4 anos: O desenho em
episódios.






5 / 7 anos: Par Educativo
– Os quatros momentos do dia – Família Educativa – O dia do meu aniversário –
Minhas férias – Fazendo o que mais gosta.






7 / 8 anos: As anteriores,
e mais Eu com meus companheiros.






8 / 9 anos: As anteriores,
e mais A planta da sala de aula – A planta da minha casa.






Observações para análise das Técnicas Projetivas



O tamanho total
do desenho.



O tamanho dos
personagens.



Se o sujeito
está presente nas cenas.



Quem não parece
no desenho.



O distanciamento
dos personagens.



Se utiliza a
borracha durante o desenho.



Se não de senha pés
e mãos.



Se faltam olhos,
orelhas e boca.



Se o desenho
está condizente ao que é pedido.



Se recusa
desenhar ou escrever.






Aplicação das Técnicas Projetivas:






a)      Vínculo Escolar: Eu com
meus companheiros






Objetivo: Investigar os
vínculos com os companheiros de classe.


Procedimento:



Consigna: Solicita-se que
a criança se desenhe com seus companheiros de classe; indique quem são e como
se chamam, a idade e que faça um comentário sobre os companheiros. “Gostaria
que você se desenhasse com seus companheiros de classe.”



Após o desenho
(Algumas perguntas relacionadas ao desenho);



Análise: tamanho total –
tamanho do personagem principal – tamanho dos demais personagens – posição dos
personagens – inclusão do docente – inclusão de pessoas de fora do grupo;



Comentários
sobre os companheiros; Título.






b)     Vínculo Escolar: Par
Educativo






Objetivo: Investigar os
vínculos de aprendizagem do sujeito.



Procedimento:



Consigna: entrega-se ao
paciente uma folha branca, lápis de escrever e borracha, apresentando a tarefa:
“Desenhe duas pessoas: uma que está aprendendo e uma que está ensinando”.
Executada a tarefa, pede-se que dê um nome e idade para cada pessoa e que conte
o que desenhou. Solicita-se também que, no verso da folha, escreva uma história
sobre a situação desenhada, com título.



Análise: tamanho total do
desenho – tamanho dos personagens – tamanho dos demais personagens – posição
dos personagens – corpo – tamanho dos objetos – distância entre os personagens
e o objeto de aprendizagem.



Perspectiva (Contextualização
tridimensional); Local da cena.






c)      Vínculo Escolar: A
planta da sala de aula






Objetivo: Investigar a
representação do campo geográfico da sala e sua posição, real e desejada na
mesma.



Procedimento:



Consigna: Entrega-se ao
paciente uma folha branca, lápis de escrever e borracha, apresentando a tarefa.
Solicitar que a criança desenhe sua sala de aula (vista de cima, ou o mapa, ou
o esquema). Pedir que marque o lugar onde se senta, perguntar quem define os
lugares, se gostaria de sentar em outro lugar, quem senta nas outras carteiras,
pedir que fale sobre os colegas e a sala. “Gostaria que você desenhasse a
planta da sua sala de aula, como se você estivesse vendo-a de cima.”



Após o desenho
(Algumas perguntas relacionadas ao desenho);



Análise: disposição da
sala de aula – tamanho da sala de aula – localização na sala – elementos -  ausência – representação das pessoas.



As aberturas
(Frequentemente, o entrevistado faz comentários à medida que desenha); Comentário
sobre a aula.






d)     Vínculo familiar: Os
quatro momentos do dia






Objetivo: investigar o seu
cotidiano.



Procedimento:



Consigna: Propor um
desenho. Entregar uma folha ofício, um lápis e borracha ao aluno. Pegar uma
folha, dobrar em quatro partes e pedir que ele dobre a dele também. Pedir que o
aluno desenhe quatro momentos do seu dia, desde a hora que acorda até a hora
que vai dormir.



Após o desenho
(Algumas perguntas relacionadas ao desenho).






e)      Vínculo familiar: A
planta da minha casa






Objetivo: Conhecer a
representação do campo geográfico do lugar em que mora e sua real localização
dentro do mesmo.



Procedimento:



Consigna: Solicita-se que
desenhe o plano de sua casa; que coloque os nomes de cada ambiente e mostre de
quem é cada quarto (ou seja onde dorme); solicita-se relato e pergunta-se o
local da casa em que mais gosta de ficar e fazendo o que.






f)       Vínculo familiar:
Família Educativa






Objetivo: Estudar os
vínculos de aprendizagem com o grupo familiar e cada um de seus integrantes; observar
o vínculo familiar dos integrantes com o paciente.



Procedimento:



Consigna: Pedir que o
paciente desenhe a sua família. Solicitar que desenhe sua família fazendo cada
um o que sabe fazer; escreva o nome e idade de cada um e relate o que cada um
está fazendo. Podem ser feitas perguntas complementares.






g)      Vínculo consigo mesmo:
O dia do meu aniversário






Objetivos: investigar a
relação do paciente no contexto físico e social em um momento de transição;
possibilitar uma aproximação global com o vínculo que o paciente tem consigo
mesmo; permitir que se tenha uma autopercepção do próprio passado, do presente
e do futuro.



Procedimento:



Consigna: Solicitar que
desenhe o dia do seu aniversário. Desenhe o dia do aniversário de um menino(a),
nome e idade, quem são ao outras pessoas, relação e idade, Como foi e perguntas
complementares.






 h)     Vínculo consigo
mesmo:   Minhas férias






Objetivo: Levantar as
atividades realizadas ou preferidas feitas durante as férias.



Procedimento:



Consigna: Pedir que
desenhe como foram as suas férias. Onde foi, como foi, quem estava junto de
você, o que você fez. Relato e perguntas complementares






i)       
Vínculo consigo mesmo:  
Fazendo o que mais gosta   






Objetivo: perceber a relação
do paciente com ele e o que mais gosta de fazer, interessando observar seus interesses,
seus gostos e as limitações internas e externas com a aprendizagem.



Procedimento:



Consigna: Pedir que desenhe
o que mais gosta de fazer.






j)       Vínculo consigo
mesmo:   O desenho em episódios






Objetivo: Delimitar a
permanência de identidade psíquica em função da análise da qualidade dos afetos
expressados em relação ao tema escolhido. A articulação dos aspectos sociais e
relacionais, a organização de raciocínio, a estabilidade das referências
internas através dos sistemas e dos movimentos de identificação utilizados.



Procedimento:



Consigna: Dobrar a folha
em seis partes na frente da criança e solicitar que desenhe uma história: Um
menino ou menina (do mesmo sexo da criança) tem todo o dia livre, desenhe o que
ele fará desde que acorda de manhã e sai de casa (apontar para o primeiro
retângulo) até a hora que retorna para casa (apontar o último retângulo).
Solicita-se o relato.






4° Sessão e 5° Sessão - TÉCNICAS PROJETIVAS DOS
VÍNCULOS FAMILIARES.






Nos vínculos
familiares temos as provas que correspondem A Planta da casa, Os Quatro
Momentos do Dia e a Família Educativa.






6° Sessão e 7° Sessão - PROVAS PEDAGÓGICAS






Leitura e
Escrita: Provas de grafismo (casa, árvore e pessoa)






EXEMPLOS DA ATIVIDADES:








  • Julgar entre três figuras, quais são as duas cujos nomes
    começam com o mesmo som (estímulo visual) – Habilidade envolvida: Processamento
    auditivo, nomeação rápida, consciência fonêmica.


  • Julgar entre três figuras, quais são as duas cujos nomes rimam
    (estímulo visual) – Habilidade envolvida: Processamento auditivo, consciência
    fonológica.


  • a) Trocar a letra inicial de uma palavra falada (estímulo
    auditivo) por outra letra sugerida pelo examinador, gerando-se uma nova
    palavra;




b) assinalar com X a figura (estímulo visual) correspondente à nova
palavra, escolhendo-a dentre duas figuras cujos nomes diferem em apenas um
fonema – Habilidade envolvida: Processamento auditivo, consciência fonológica, processamento
visual, conhecimento do alfabeto e do princípio alfabético, léxico ortográfico.





  • Escolher, dentre 3 figuras, aquela cujo nome rima com a palavra
    falada pelo examinador, colocando um X embaixo da figura escolhida (estímulo
    auditivo e visual) – Habilidade envolvida: Processamento auditivo,
    nomeação rápida, consciência fonológica.


  • Correspondência: Material: cinco cartelas, cada uma com o desenho diferente de
    um menino; outras cinco cartelas, cada uma com o desenho de um mesmo
    cachorro. Atividade: pedir à criança que escolha um cachorro para cada
    menino e que dê nome a ambos, verificando se ela escolhe nomes diferentes,
    fazendo a correspondência. Objetivo: corresponder elementos iguais a
    elementos diferentes.

  • Correspondência: Material: vinte cartelas que aos pares contem o mesmo número
    de objetos: sete facas numa e sete garfos em outra, etc... Atividade: as
    crianças devem formar os pares que possuem a mesma quantidade de desenhos.
    Esta atividade pode ser feita em grupo, se houver vários conjuntos de
    cartelas. Objetivo: fazer corresponder semelhantes (quantidade x
    quantidade).

  • Comparação: Material: blocos lógicos. Atividade: cada criança escolhe
    duas peças. Quando todas tiverem feito sua escolha, o professor pergunta a
    cada uma em que essas duas peças são diferentes ou parecidas. É importante
    que todas ouçam o colega, pois as particularidades das peças precisam ser
    conhecidas por todos. Objetivo: estimular a percepção de semelhanças e
    diferenças.

  • Jogo dos sete erros - Material: pares de gravuras com pequenas diferenças entre
    elas. Atividade: as cartelas terão níveis de dificuldades pra as crianças encontrarem,
    aos poucos, um número cada vez maior de diferenças. Objetivo: desenvolver
    o senso de observação.

  • Classificação: Material: blocos lógicos. Atividade: separar as peças que têm
    o formato de triângulo das que têm o formato de quadrado, depois as
    vermelhas das azuis, depois as grandes das pequenas.

  • Seriação: Material: blocos lógicos. Atividade: apresentar o começo de
    uma série com duas, três ou quatro peças diferentes (por exemplo, formato
    de triângulo, círculo e quadrado) e pedir às crianças que continuem a
    série, de modo que a ordem das peças se repita. A seriação pode ser feita
    só de peças com a mesma cor ou com o mesmo tamanho. Objetivo: seriar
    considerando um só atributo.

  • Inclusão: Material: doze tampas de plástico, cinco vermelhas e sete
    brancas, de preferência todas do mesmo tamanho. Atividade: dar todas as
    tampas à criança e indagar: Há mais tampas de cor vermelha ou de cor
    branca? Há mais tampas de plástico ou tampas de cor vermelha? Há mais
    tampas de plástico ou tampas de cor branca? As crianças deverão comparar
    cores, classificar as tampas por cor, utilizar-se da inclusão (no segundo
    e no terceiro questionamento) e da contagem; as que não souberem contar
    poderão se utilizar da correspondência um a um responder à primeira
    pergunta. Objetivo: favorecer a aplicação da correspondência, da
    comparação, da classificação e da inclusão.





8° Sessão - PROVAS PSICOMOTORAS



As provas
psicomotoras demonstram o desenvolvimento psicomotor do indivíduo através da
psicomotricidade que significa a relação entre o movimento, o pensamento e a afetividade.



9° Sessão e 10° Sessão - PROVAS OPERATÓRIAS DE PIAGET



Devem ser usadas
as provas de Seriação de Bastonetes, Interseção de Classes, Conservação e
Quantificação da Inclusão de Classes.



a)      Seriação de Bastonetes



Pedir que o
aluno ordene os canudinhos do menor ao maior; depois do maior para o menor.



b)     Conservação



Conservação de líquidos:
Dois copos iguais com suco de uva na mesma quantidade. Na frente do aluno,
passar o líquido de um dos copos para um recipiente mais alto e estreito.


Perguntar onde
tem mais suco.



Conservação de massa: Para
esta prova, usar duas massinhas de modelar de mesma massa e forma. Transformar
uma delas de “salsicha” para “bolinha” e perguntar qual das duas apresenta mais
massa.



Conservação espacial: Utilizar
varetas nesta atividade. Colocar nove varetas em sua frente e pedir faça o
mesmo.


Perguntar onde
há mais varetas.



c)      Quantificação da
Inclusão de Classes



Nesta prova usar
12 peças de madeira, sendo 8 azuis e 4 vermelhas. Perguntar se há mais peças de
madeira ou mais peças azuis. Perguntar se há mais peças azuis ou vermelhas.



 REFERÊNCIAS:



MACEDO, Lino. Os
jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2005


SAMPAIO, S.
Manual Prático do Diagnóstico Psicopedagógico Clínico. Rio de Janeiro; Wak
Editora, 2009.


VISCA, J.
Técnicas projetivas psicopedagógicas e pautas gráficas para sua interpretação.
Buenos Aires:Visca & Visca Editores, 2008.



EXEMPLO DE UM PLANO DE INTERVENÇÃO



Paciente:


Idade: ......
anos


Escolaridade:
.... série/ano



Justificativa



O paciente foi
encaminhado pela ...................................., pois a queixa da mãe e
da escola evidencia a falta de concentração e dificuldade na leitura e na
escrita.


Pode-se então
constatar que .............., apresenta uma dificuldade de aprendizagem - sintoma,
pois ..........


Através do
diagnóstico psicopedagógico, observa-se que ............ apresenta questões
operatórias e em nível de desejo em relação à aprendizagem que indicam a
necessidade de intervenção psicopedagógica.



Objetivo Geral


Contribuir para
o resgate do prazer de aprender de R., ressignificando o lugar de aprendente.



Objetivos específicos



  • Propor atividades que possibilitam a construção da função
    simbólica, facilitando o processo construtivo;

  • Incentivar a auto-estima e autonomia;

  • Resgatar o papel de sujeito aprendente;

  • Possibilitar a construção do desejo pela busca do conhecimento;

  • Possibilitar a equilibração dos processos
    assimilativo-acomodativos;

  • Proporcionar atividades que envolvam o corpo, desenvolvendo as habilidades
    necessárias ao seu aprendizado.


Dinâmica Operacional



Ø 
Trabalho com jogos simbólicos
como: fantoches, desenhos, hora do jogo, dramatizações, jogos de regras,
representações simbólicas para que possa criar e recriar papéis com liberdade
para escolhas e expressões;



Ø 
Jogos envolvendo linguagem;



Ø 
Atividades de dinâmica
corporal;



Ø 
Jogos de regras: cara-a-cara,
jogo-da-velha, varetas, batalha naval, dominó etc;



Ø 
Jogos de repetição: pula
macaco, etc;



Ø 
Atividades com desenhos e
pinturas;



Ø 
Diálogo com a família, escola e
paciente.



 Avaliação do Plano de Intervenção



O plano de
intervenção será periódico e num processo contínuo, sendo flexível e sujeito a
alterações conforme a evolução do paciente.



 




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15 Nov 2012 




 





O Aprendiz é uma
criança cuja história, sob o ponto de vista psicopedagógico, contém inúmeros
fatores emocionais que estão se tornando obstáculo à sua aprendizagem.





 





Ele começou a
ser atendido aos 7 anos de idade, na escola em que estuda faz a 1ª. série onde
permanece o dia todo, sendo um período na sala de aula e o outro nas oficinas
ocupacionais. Tanto a mãe quanto a escola demonstraram uma grande preocupação
em relação à sua mudança de comportamento que conseqüentemente estava interferindo
no seu convívio familiar, na escola e até mesmo na sua aprendizagem.





 





O menor foi
encaminhado para o atendimento psicopedagógico porque estava muito agressivo,
desorganizado, recusava fazer as atividades propostas, com baixa auto-estima,
insegurança, na leitura e escrita estava no nível alfabético, omitia e trocava
letras, escrevia espelhado.





 





Filho caçula
nasceu de uma gravidez inesperada, a mãe quando engravidou estava amamentando o
seu outro filho. No início a mãe achou ruim a gravidez, porque o pai tinha
outra família, sentia-se sozinha, teve momentos de muita raiva, alimentava-se
pouco, tomou muitos remédios para os enjôos que teve durante os nove meses. Não
teve assistência por parte do pai do filho que estava esperando. A criança tem
dois irmãos, sendo a mais velha filha de uma relação estabelecida
anteriormente.





 





Nasceu de uma
cesária, a mãe sentiu muita falta de ar e fortes dores na barriga. Foi
amamentado ao seio até os 7 meses.





 





Com 3 meses foi
para a creche, onde ficava o dia todo.





 





Aos cinco meses
teve Pneumonia e bronquite, repetindo quando ele estava já com 8 meses.





 





Começou a falar
com ll meses e andou com l ano.





 





Com a idade de l
ano até os 2 anos ele e seu irmão foram morar com pai e a madrasta, porque a
mãe alegou que com ela, eles não estavam tendo o que comer. A mãe ficou apenas
com a filha mais velha.





 





A partir dos 3
anos, voltou a morar com a mãe. A mãe não soube falar nada sobre o período que
a criança ficou com o pai.





 





Iniciou sua vida
escolar aos 6 anos, segundo a mãe começou a ler aos 7 anos.





 





Suas
brincadeiras preferidas são: dar murros, chutes, brincar com fogo e com objetos
perigosos (faca).





 





Tem muito medo
de mortos, conversa a noite e quando se sente cobrado ou em situação difícil,
mente colocando a culpa nos irmãos.





 





Nos finais de
semana, adora ir para a casa do pai, onde fica mais a vontade, pois ele diz que
o pai é mais liberal, enquanto a mãe exige mais dele.





 





Em nossa
primeira sessão, a criança demonstrou não entender porquê tem duas famílias e
já deixou bem claro, não aceitar a irmã mais velha como irmã, uma vez que ela é
filha de uma outra relação estabelecida anteriormente.





 





A criança parece
sentir-se confusa, pois a mãe é rígida, enquanto o pai é mais liberal e por
isso demonstra preferência por ficar com ele, tal fato pôde ser constatado
durante as sessões.





 





Levando em
consideração a queixa escolar e os dados colhidos através da entrevista com a
mãe, iniciei o trabalho, considerando os aspectos orgânicos, emocionais,
familiares e escolares.





 





Segue abaixo os
instrumentos utilizados na avaliação, bem como os dados das entrevistas com a
mãe e a escola.





 





DADOS PESSOAIS:





Idade: 7 anos





Sexo: Masculino





Escolaridade: l.
série





Irmãos: Irmã de
l0 anos, irmão de 8 anos





Queixa escolar:
* desorganização com si próprio e com seus materiais escolares;





* agressividade;





* acha que sabe
tudo e não se interessa em aprender, recusa a fazer as atividades propostas;





* não aceita
perder;





 





QUESTÃO DA ESCOLA





* Agressividade:





* Recusa fazer
as tarefas;





* Não aceita
perder;





 





INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO





* Entrevista de
Anamnese;





* Entrevista com
a professora;





* Atividades
livres;





* Exame médico:
de Hemograma e urina, por se tratar de uma escola que recebe crianças com
dificuldades financeiras diversas, por isso solicitei exames clínicos para uma
investigação mais detalhada.





* Jogos (Blocos
Lógicos, adição/subtração, Dominó etc...)





* Avaliação da
leitura e escrita;





* Teste: Desenho
da família (Corman, l967);





* Hora lúdica;





 





Através dos
jogos, observa-se que a criança não gosta de executar tarefas que exijam o
raciocínio, pois quando encontra dificuldades, desiste da atividade, se está
jogando e perde tenta mudar as regras do jogo.





 





De acordo com
resultados do exame médico, a criança está com um quadro de Anemia (Hb= ll,4),
deve tomar sulfato Ferroso e sua alimentação deverá ser orientada por
nutricionista se possível, criança alimenta pouco e com rejeição à legumes e
verdura, exame de urina normal.





 





DADOS ENCONTRADOS NA AVALIAÇÃO





 





* Área Cognitiva





- Boa
organização de pensamento;





- Linguagem oral
adequada a idade (bom vocabulário, boa estrutura de frase);





- Compreensão de
regras nos jogos, mas às vezes recusa cumprí-las;





- Atenção: tem
pouca concentração, perde o interesse muito rápido pelas atividades;





 





* Área afetivo-social





- criança um
pouco triste, fala pouco, insegura;





- apresenta
baixa auto-estima;





- demonstrou que
somente o pai faz parte de sua vida;





- não aceita a
irmã mais velha como irmã, e parece ter rivalidade com o seu irmão;





- demonstra
grande identificação com o pai





 





* Área pedagógica





 





- Matemática:
escreve os números 5 e 6 espelhado, dificuldade em fazer o número 8





- Leitura e
escrita: nível alfabético, omite e troca algumas letras ao escrever;





 





* Fatores ambientais





 





- Demonstrou
estar em conflito em relação à educação familiar, a mãe é rígida enquanto o pai
é mais liberal, parece não receber incêntivos, sente-se rejeitado e não amado.





 





* Síntese dos resultados da avaliação





 





- baixa
auto-estima, falta de confiança em si próprio;





- carência
afetiva, sentimento de rejeição;





- falta de
concentração e desinteresse pelas atividades;





- conflito com o
ambiente em que vive;





 





* Indicações e Prognósticos





 





- continuar com
o atendimento psicopedagógico;





- atendimento
psicológico para a criança e a família;





- acompanhamento
por uma Assistente Social para a família;





 





ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO





 





A mãe ficou
muito feliz em saber que seu filho seria atendido e se prontificou em ajudar no
que fosse necessário.





 





O processo de
atendimento da criança foi desenvolvido na própria Instituição, foram
realizadas duas sessões por semana com duração de l hora cada sessão,
totalizando 4 meses, onde foram realizadas técnicas como: entrevista diretiva
(anamnese) com a mãe, avaliação da leitura e escrita, hora lúdica, entrevista
devolutiva com a mãe e a criança.





 





As sessões foram
desenvolvidas utilizando diversos recursos como: jogos simbólicos, caixa de
brinquedos, desenhos utilizando tinta guache, palitos de picolé, lápis de cor,
canetinhas, etc, blocos lógicos, jogos de memória, livrinhos de leituras,
atividades de escrita e leitura (material emborrachado).





 





Na primeira
sessão utilizamos a caixa de brinquedos, o aprendiz parecia ansioso para pegar
todos os objetos que ali continha, mais o que lhe mais chamou a atenção, foram
as canetinhas hidrocor. Desenhou então uma casinha completa com telhado, porta,
janela e durante o desenho comentava que o que mais gostava era de ir para a
casa de seu pai. Perdeu logo o interesse e quis jogar boliche, durante o jogo
dizia que iria ganhar, no início ele começou ganhando, mais quando percebeu que
houve empate, que poderia perder, começou a prestar mais atenção no jogo,
perguntava se podia jogar novamente, quis anotar a quantidade de pontos, as
vezes alterava os valores, até tentou mudar as regras do jogo. Pedi a ele então
que antes de iniciarmos outra partida ele mesmo estipulasse as regras do jogo,
e tais regras não poderiam ser alteradas, principalmente por ter sido
estabelecidas por ele. Segundo a criança, perder é ruim porque não ganha
presente.





 





Após o jogo pedi
que desenhasse sua família para mim, ele se recusou e quis brincar com outros
brinquedos.





 





Em algumas
sessões desenhou flores, escrevia "Eu te amo" e me dava de presente,
acredito que estava tentando encontrar em mim a atenção que às vezes não estava
tendo em casa, e quando eu avisava que o horário estava encerrando ele pedia
para continuar, ou perguntava quando seria o próximo encontro. Isso me animava
porque significava que ele estava estabelecendo transferência na nossa relação
profissional.





 





Já quase na 4ª e
5ª sessão trabalhamos com os blocos lógicos, percebi que ele consegue
identificar as cores, mas não reconheceu todas as formas geométricas, e não
consegue identificar uma peça com três ou mais atributos.





 





Ao utilizarmos
os jogos de memória Dominó da Adição, Dominó da Subtração e Outros jogos,
percebi que se atividade parecia-lhe fácil ele gostava, caso contrário perdia
logo o interesse.





 





Ao trabalharmos
com o material emborrachado (letras, sílabas, números de 0 à 9), foi muito bom,
pois ele formou palavras, pequenas frases, identificou e sequenciou os números.
Logo quis brincar de escolinha onde ele era o professor e eu aluna. Nessa
situação o aprendiz reproduziu algumas situações que acredito que ele tenha
vivenciado na sua sala de aula, percebi que ao copiar ele omiti e troca letras,
talvez por falta de atenção, na matemática reconhece os números, mas aos
escrevê-los escreve o número 5 e 6 espelhado e tem muita dificuldade para fazer
o número 8 e para amenizar tal dificuldade, pintamos os números utilizando
tinta guache, pincel pintura com o dedo e depois olhamos os números em um
espelho para ver se ele conseguia entender o processo do espelhamento,
utilizamos as sílabas e letras (em material emborrachado) para formar palavras
e frases, para que ele percebesse realmente como escrever as palavras
corretamente.





 





Trabalhamos com
dois livrinhos de leitura "Marialvo o Sonhador" e "Os três
Porquinhos". Ao trabalharmos com o primeiro livrinho, ele demonstrou ter
gostado dos desenhos, fez algumas perguntas referentes as ilustrações, leu apenas
as páginas que havia ilustrações que despertavam o seu interesse, às vezes
soletrava algumas sílabas, vacilava durante a leitura. No segundo livro o que
mais lhe chamou atenção foram as casinhas construída pelos porquinhos e a parte
que mais gostou foi o final da história, onde o lobo cai no caldeirão e sai
correndo. Não soube explicar porquê gostou mais dessa parte.





 





Nas demais
sessões pedia sempre para brincar de escolinha e às vezes reproduzia algumas
atividades que havíamos feito nas sessões anteriores, foi possível perceber seu
progresso na escrita.





 





Na última sessão
o aprendiz comentou sobre um homem que apareceu para ele na casa de seu pai e
sumia em um buraco no chão, senti que isso o perturbava muito, pedi então que
fizesse o desenho, ele desenhou um homem, com chifres, olhos vermelhos e ele
deitado na cama com seu pai. Conversamos sobre o acontecido, e eu disse que às
vezes poderia ter sido um sonho, ou um filme que ele tenha visto, ele
simplesmente afirmou que não era nenhum dos dois casos e que não estava
mentindo.





 





Disse a ele que
no próximo ano continuaríamos o nosso trabalho, pois logo entraríamos de
férias.





 





E para
interromper o atendimento devido as férias, dei a devolutiva à mãe, dizendo-lhe
o que eu já havia percebido durante os nossos encontros, sugeri a ela que
procurasse modificar sua maneira de tratá-lo, desse mais carinho, atenção,
desse incentivos, fizesse elogios etc, dessa maneira ela poderia auxiliar muito
na sua melhora. E que no próximo ano continuaríamos com o atendimento.





 





OBSERVAÇÕES DURANTE O TRATAMENTO





 





Progressos





- começou a
respeitar às regras dos jogos, independentemente de estar ganhando ou perdendo;





- diminuição da
agressividade com os colegas na sala de aula, oficinas demais dependências da
escola (pátio, refeitório);





- começou a
acreditar mais em si próprio; na sua capacidade, tornou-se mais seguro;





- começou a se
organizar mais, a preocupar com sua aparência e com a aparência de seus
materiais;





- capacidade de
se expressar livremente;





- formação de
vínculo com a Psicopedagoga;





- melhora na
matemática (deixou de fazer os números 5 e 6 espelhados , melhorou ao fazer o
número 8 ).





- melhorou na
escrita das palavras;





 





CONCLUSÃO





 





As observações
realizadas com o sujeito, mostraram que alguns fatores como: estar vivendo com
os pais separados, um dos pais ser mais autoritário, terem diferentes maneiras
de educar, a ausência da mãe devido ao horário de trabalho, estão contribuindo
para que haja mudanças no seu comportamento.





 





Durante o
atendimento foi possível perceber que a criança parecia estar agressiva,
sentia-se rejeitada, carente, insegura, falava quase sempre olhando para o
chão, demonstrou ter dificuldades em se relacionar com a mãe e os dois irmãos,
pois raramente falava neles e quando era questionado sobre sua família ele
sempre se referia ao pai e sua outra família.





 





O menor, durante
a semana fica com a mãe e nos finais de semana às vezes fica com o pai. Em
algumas falas e gestos foi possível perceber que o mesmo sente falta de
carinho, parece acreditar que os outros dois irmãos são mais preferidos pela
mãe, são mais inteligentes, mais capazes, acredito que seja por isso que ele
reforça sempre que já sabe tudo. As vezes ele parece sentir-se como " o
patinho feio da família" isso também explica o comportamento de rejeição
aos irmãos.





 





Já com o pai,
parece ser diferente, seus outros irmãos por parte de pai, já são rapazes,
alguns até casados, com filhos da mesma idade do aprendiz, o pai parece ser
mais liberal, exige menos, deixa-o mais a vontade, enquanto a mãe exige mais.





 





A mãe enfrenta
enormes dificuldades financeiras, precisa trabalhar o dia todo, recebendo um
baixo salário, que às vezes quase não dá para pagar as contas no final do mês.





 





Não tem hora
certa para voltar do trabalho e conseqüentemente não tem tempo para os filhos,
acredito que essa ausência em casa contribui para que a criança sinta-se
carente, rejeitada e acaba se tornando agressiva, não para demonstrar que é
forte, violenta, mais é uma forma de pedir atenção, carinho, é a maneira que
ela está encontrando para se defender da situação que a angustia.





 





A situação que o
sujeito vivência é bastante confusa, pois, ele convive em dois ambientes
familiar, com diferentes regras e condutas, diferentes situações financeiras e
a atenção por parte dos pais também é diferenciada.





 





Percebo que
apesar da criança brincar ser espontânea na fala, ela está com baixa
auto-estima, sente-se triste e confusa, sem motivação e para ajudá-lo seria
necessário uma maior aproximação por parte dos pais, deveriam acreditar mais
nele e na sua capacidade, seria necessário que fossem estabelecidos critérios
no sentido de colocar limites, os pais teriam que procurar falar a mesma
linguagem.





 





O professor
também poderá ajudar bastante no desenvolvimento dessa criança, sendo amiga,
valorizando suas realizações, especialmente nas áreas em que prevalecem suas
capacidades e seus interesses.





 





É importante que
seus direitos de opinião e participação sejam respeitados , para que ele se
sinta capaz e adquira mais segurança em si próprio, devendo ser fortalecida a
importância da amizade, compreensão, carinho, respeito com os irmãos , pais e
demais colegas da escola.





 





Seria
fundamental um trabalho por parte de uma Assistente Social junto a família, no
sentido de fazer um acompanhamento, dando orientações em como a família deve
acompanhar, incentivar e estabelecer vínculos com os filhos.





 





A criança deve
continuar com o trabalho psicopedagógico, se possível um acompanhamento
psicológico para ele e sua família, pois a mesma parece estar bastante
desestruturada e esta falta de estrutura está interferindo na educação dos
filhos e podem contribuir para que no futuro se tornem crianças revoltadas com
o pai, a mãe. Enfim, havendo um trabalho integrado entre escola, família e
demais especialistas, pode-se ajudar a criança a superar suas dificuldades
emocionais e de aprendizagem.





 





 





BIBLIOGRAFIA





PILETTI, Nelson.
Psicologia Educacional. 13. ed. São Paulo, Editora Ática, 1995.





BOSSA, Nádia A.
A Psicopedagogia no Brasil: Contribuições a partir da Prática - Porto Alegre:
Artes Médicas Sul, l994





FREIRE, Paulo.
Pedagogia do Oprimido. l2 ª ed. Rio de Janeiro, Editora Paz e Terra, l970.





JOSÉ, Elisabete
da Assunção e Coelho Mª Tereza.Problemas de aprendizagem. 5ª edição, São Paulo,
Editora Àtica, 1993.





FREIRE, Paulo.
Pedagogia da Autonomia: 13ª edição. São Paulo, Editora Paz e Terra, 1996.





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15 Nov 2012 

DOMÍNIO

PROVA

INVESTIGA

IDADE

 

 

 

 

 

 

 

 

ESCOLAR

 

PAR EDUCATIVO

 

 

 

O vínculo de aprendizagem

 

 

6/7 anos

 

 

EU COM MEUS COMPANHEIROS

 

 

 

O vínculo c/ os companheiros de classe

 

 

7/8 anos

 

 

 

O PLANO DE SALA DE AULA

 

 

A representação do campo geográfico da sala e a localização real e desejada na mesma

 

 

 

 

8/9 anos

 

 

 

 

 

 

FAMILIAR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A PLANTA DA MINHA CASA

 

 

 

 

A representação do campo geográfico do lugar em que se habita e a localização real dentro da mesma.

 

8/9 anos.

 

 

 

 

 

OS QUATRO MOMENTOS DE UM DIA.

 

 

Os vínculos ao de uma jornada de vida.

 

 

 

6/9 anos.

 

 

 

FAMÍLIA EDUCATIVA

 

 

 

 

O vínculo de aprendizagem com o grupo familiar e cada um dos integrantes do mesmo.

6/7 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONSIGO MESMO

 

 

 

O DESENHO EM EPISÓDIOS

 

 

 

A delimitação da permanência da idade psíquica em função da qualidade dos afetos.

 

 

4 anos

 

 

 

 

O DIA DE ANIVERSÁRIO

 

 

 

 

 

A representação que se tem de si, do contexto físico e sócio dinâmico num momento de transição de uma idade a outra.

 

 

6/7 anos

 

 

 

 

 

EM MINHAS FÉRIAS

 

 

 

As atividades escolhidas durante o período de férias escolares.

 

6/7 anos

 

 

 

FAZENDO O QUE EU MAIS GOSTO

 

O tipo de atividade que mais gosta.

 

6/7 anos

 

PAR EDUCATIVO (vinculo de aprendizagem – a partir de 6 /7 anos)

 

Material: folha ofício, lápis preto, borracha.

 

1º. Momento

Realização – Pede – se ao entrevistado que desenhe duas pessoas: uma que ensina e outra que aprende.

                     Solicita-se quando tiver terminado o desenho que indique como se chama e que idade tem.

 Registro – Dificuldade de pensar, raciocinar o que vai desenhar.    Sim, Não

Maneira de desenhar – Atento, disperso, cuidadoso.

Postura Corporal – Adequada, Inadequada.

2º Momento.

  1. Dê um titulo para este desenho:

_____________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Relatar o que esta se passando nesta cena. (registrar copiando).

EU COM MEUS COMPANHEIROS (O vínculo c/ os companheiros de classe – a partir de 7 / 8 anos)

Material: folha ofício, lápis preto, borracha.

1º Momento.

Realização – Solicita-se ao entrevistado que se desenhe com seus companheiros de classe.

Registro – com o grupo Sim Não – dentro fora.

 

2º Momento

Indique no desenho quem é você como se chamam os outros e a idade de cada um.

3º Momento.

Comente sobre cada um dos seus companheiros (características da personalidade, física e desempenho nos estudos).

Registro (copiado)


A PLANTA BAIXA DA SALA DE AULA. (A representação do campo geográfico da sala e localização real e desejada na mesma - a partir de 8/9 anos)

 

Material: folha ofício, lápis preto, borracha. Oferecer uma régua.

 

1º Momento.

Instrução – solicitar que a criança desenhe a planta baixa da sua sala de aula. (Explicando - como se estivesse vendo da altura da lâmpada da sala).

2º Momento.

Faça uma cruz no lugar em que você se senta. Pense num dia que você sentou neste lugar.

3º Momento.

Propõe que comente como é a sala de aula(como se sente nesta sala).

4º Momento.

Pergunta-se se a escolha do seu lugar: ☐é livre ☐determinada pelo docente ☐determinada pelo grupo.

5º Momento.

Você gostaria de se sentar em outro? E por quê?______________________________

6º Momento.

Quem são as pessoas que sentam atrás, nos lados, na frente. Diga com detalhes que eu preciso copiar tudo, ok?

atrás____________________________________________________________________

lado esq. ________________________________________________________________________

A PLANTA BAIXA DA MINHA CASA (A representação do campo geográfico do lugar em que se habita e a localização real dentro da mesma - a partir de 8/9 anos)

 

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